Galeria Leme

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EM BUEN GOBIERNO, SANDRA GAMARRA DISCUTE AS RELAÇÕES COLONIAIS ENTRE ESPANHA E AMÉRICA DO SUL

Na exposição Buen Gobierno, que acontece em Madrid, Espanha, na Sala Alcalá, Sandra Gamarra aponta como a origem das nações latino-americanas está intimamente ligada ao nascimento da própria Espanha, partindo da pintura como narradora da história. O título Buen Gobierno tem origem no manuscrito da Primera Crónica y Buen Gobierno, escrito em 1615 por Felipe Guamán Poma de Ayala, que retrata a realidade andina colonial e pede ao Rei da Espanha, Felipe III, uma reforma do governo do vice-reinado para salvar o povo andino da exploração, das doenças e da miscigenação racial, sinônimo de desaparecimento da cultura indígena. Com curadoria de Agustín Pérez Rubio, a exposição encerra dia 16 de janeiro de 2022. 

Em Cuando las papas queman [Quando as batatas queimam], série de 150 variedades de batatas pintadas sobre impressões das ilustrações do tratado de Guamán Poma de Ayala, Sandra Gamarra trabalha as diferentes visões sobre a colonização espanhola nas Américas. Nesta obra a batata, símbolo da relação comercial entre Espanha e as Américas, representa o apagamento da violência colonial. Segundo a artista, “Na Espanha, a história de conquista e violência colonial não é contada como nas Américas. Aqui, a colonização passou de um contexto imperial e suas tintas sagradas para uma relação de trocas comerciais, onde a batata ocupa um lugar primordial e suas variedades e exotismo ocultam uma parte importante e dolorosa dessa história compartilhada”.

Sandra acredita que a repetição é uma maneira de fazer com que o observador guarde a ideia que há na imagem, “Quando trabalho em série, me interessa a repetição da ação, o dizer, procuro fazer com que a ação repetitiva não seja apenas minha na hora de executá-la, mas também do próprio observador. Não pretendo que fiquem com uma imagem, mas com a ideia que há na imagem”, comenta. 

Além dos trabalhos de Sandra, integra a exposição a série de Los cuadros del mestizaje do século XVIII, muito provavelmente de Cristóbal Lozano, as cabaças gravadas Sixto Seguil Dorregaray e as máscaras de La Tunantada de Junin. 

Saiba mais acessando o site

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1 semana atrás

JOSÉ CARLOS MARTINAT EXPLORA AS CONTRADIÇÕES DA FRAGILIDADE EM EXPOSIÇÃO COLETIVA NA ITÁLIA

Foto: Eduardo Secci Gallery

O artista José Carlos Martinat participa da exposição coletiva Le contraddizioni della fragilità, em Florença, Itália. Com curadoria de Angel Moya Garcia, a mostra fica em exibição na Eduardo Secci Gallery até seis de novembro. 

A exposição foca no tema da fragilidade e seus declínios, explorando as contradições que se escondem na sua definição, analisando os diferentes contextos em que o termo tem sido utilizado: sociedade, cultura, economia, ciência e filosofia. Uma série de significados e interpretações, nas quais a fragilidade é considerada em sua conotação depreciativa nos convidando a contemplá-la como dúvida e incerteza, falha e sua aceitação ou a fragilidade de nossas crenças. Esse antagonismo ancestral e hipotético causado pela nítida oposição entre fragilidade e estabilidade ou durabilidade é questionada pela mostra apontando infinitas possibilidade de erro, a superficialidade de certas reflexões categóricas e preconceitos de nossos princípios na busca da objetividade absoluta que nos permite chegar a um estabilidade emocional, cognitiva e de identidade definitiva.

A produção de José Carlos Martinat (1974, Lima) é ditada por estreitas relações com o meio social, cultural e político da América Latina. Movendo-se entre diferentes gêneros, ele cria uma série particularmente conhecida que tem como fonte graffitis, que são apropriados pelo artista por meio da extração de seus lugares de origem, dando-lhes uma nova vida como obras de arte. Em sua fragilidade monumental, eles mantêm a tensão emocional que os gerou. A instabilidade intrínseca de sua natureza criativa se reflete no limbo dos sonhos, falsas promessas, a corrupção da classe política e a reação popular resultante. 

Para saber mais acesse o site da Eduardo Secci Gallery.

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2 semanas atrás

FLÁVIO CERQUEIRA PARTICIPA DE “BRASILIDADE – PÓS MODERNISMO”, EXPOSIÇÃO COLETIVA NO CCBB-RIO

A exposição Brasilidade – Pós Modernismo celebra o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 por meio de traços, remanescências e conquistas para a arte contemporânea brasileira. A mostra é dividida em seis núcleos: Liberdade, Identidade, Natureza, Futuro, Estética e Poesia, e reúne obras de 51 artistas brasileiros de diversas gerações, entre eles Flávio Cerqueira, representado pela Galeria Leme.

Confira os trabalhos de Flávio Cerqueira presentes na mostra:

A visitação acontece de 1 de setembro a 22 de novembro. A entrada é gratuita, mediante reserva de ingressos através do site.

2 semanas atrás

ARTISTA TIAGO SANT’ANA PARTICIPA DE EXPOSIÇÃO COLETIVA
NO MUSEU DE ARTE DO RIO

Tiago Sant’Ana participa de exposição coletiva no Museu de Arte do Rio de Janeiro. Intitulada Crônicas Cariocas, a mostra busca contar histórias da cidade de cunho popular, valorizando ensinamentos e perspectivas contra-hegemônicas. Com curadoria de Marcelo Campos, Amanda Bonan, Luiz Antônio Simas e Conceição Evaristo, a exposição fica em cartaz até 31 de julho de 2022.

Nesta mostra, o artista Tiago Sant’Ana participa com duas obras: Rota de Fuga e O sol sempre nasce por Guiné. Rota de Fuga consiste em uma bandeira azul escuro, na qual se lê a frase bordada em letras brancas: “A linha do mar sempre está na altura dos seus olhos”. Se no sentido literal a frase apresenta uma afirmativa verdadeira – já que este efeito ótico realmente acontece – do ponto de vista metafórico o artista traz a imagem da linha do horizonte como uma possibilidade de liberdade. “Mesmo dentro de um cativeiro, ao recordar sua memória atlântica, o mar vai continuar na linha dos olhos e a ideia síntese é exatamente essa memória do mar, que poderia ser utilizada como uma rota de fuga”. 

Na videoarte O sol sempre nasce por Guiné, o artista trabalha com três camadas: as imagens do mar, o texto e a trilha sonora, que ora traz a maciez do mar, ora a impiedade do sol. Segundo Tiago: “No vídeo, o sol é entendido como um dado natural, que indica que quando ele nasce, ele aponta para Guiné. Guiné seria essa terra originária, da qual seus descendentes possuem forte sentimento de saudade, principalmente quando vêem o sol”.

Mais informações acesse o site do Museu de Arte do Rio.

3 semanas atrás

ARTISTA HELOISA HARIADNE PARTICIPA DE FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTE URBANA

A artista Heloisa Hariadne é uma das convidadas da segunda edição do NaLata – Festival Internacional de Arte Urbana. O evento ocorre ao longo do mês de setembro e conta com um time de dez artistas brasileiros e internacionais. Com o intuito de criar um museu de arte urbana a céu aberto, esta edição conta com um total de nove empenas e uma instalação no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

É a primeira vez que a artista produz seu trabalho na rua: “A interferência das pessoas é muito forte. Eu nem terminei ainda a pintura e já estou recebendo muitas mensagens positivas nas redes sociais sobre o impacto do meu trabalho no cotidiano de quem circula pela região”, diz Heloísa. 

A empena está localizada na Rua Arthur de Azevedo, próxima a rua dos Pinheiros. Acompanhe os bastidores seguindo o instagram da artista: @heloisahariadne e acesse o site do festival: https://www.nalatafestival.com.br/

Crédito: NaLata – Festival

3 semanas atrás

ARTISTAS DA GALERIA LEME PARTICIPAM DE EXPOSIÇÃO NO INSTITUTO MOREIRA SALLES SOBRE A VIDA DE CAROLINA MARIA DE JESUS

Rebeca Carapiá, Flávio Cerqueira, Tiago Sant’Ana e Jaime Lauriano participam de exposição coletiva no Instituto Moreira Salles. A mostra “Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros” é dedicada à trajetória e à produção literária da autora mineira que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação de seu livro Quarto de despejo, em agosto de 1960. 

A curadoria de Hélio Menezes e Raquel Barreto tem como objetivo apresentar a produção autoral da escritora, além de incluir obras de arte que se relacionam com as narrativas escritas por Carolina.

Confira os trabalhos dos artistas da Galeria Leme que farão parte da mostra: 


FLÁVIO CERQUEIRA | Uma Palavra que Não Seja Esperar, 2018 | Bronze | 175 x 38 x 49 cm

“A imagem de uma jovem negra carregando uma pilha de livros em sua cabeça faz algumas referências, que considero importantes. As mulheres que carregavam lata de água na cabeça, afim de alimentar a sua família. 

A ação de substituir a lata pelos livros é a de enfatizar que apenas por meio da cultura e educação podemos entender o passado e construir um futuro com mais possibilidades de mudança, pois por meio da educação nos tornamos mais questionadores, contestadores e conseguimos ocupar espaços não ocupados por gerações passadas. 

As aulas de etiqueta, onde garotas de classe abastadas faziam a prática de carregar livros na cabeça para manter a postura. No trabalho, eu coloco um número maior para que essa figura se mantenha com a cabeça erguida sempre olhando para frente. O título indica que de todas as palavras e histórias escritas nos livros que ela carrega, a única palavra que ela não pode aceitar é a Palavra ESPERAR, por acreditar que é hora de mudança, hora de criar novas narrativas e trazer novos personagens para ocupar os lugares de destaque e servirem de referência e representatividade para futuras gerações” – Flávio Cerqueira


JAIME LAURIANO | Ordem e Progresso, 2015 | transformador, temporizador, termostato, fios e ferro (transformer, timer, thermostat, wires and iron) | 160 x 100 x 100 cm

Na série de trabalhos Bandeirantes, miniaturas que homenageiam os bandeirantes compradas em mercados de pulga, feiras de antiguidade e casa de leilões são refeitas a partir da fundição de latão e cartuchos de munições utilizadas pela Polícia Militar e Forças Armadas Brasileiras. Como base para escultura foi construído um cubo sólido através da aplicação da técnica de taipa de pilão.

A escolha por utilizar os cartuchos de munições utilizadas pela Polícia Militar e Forças Armadas Brasileiras se deu para evidenciar a centralidade da figura de verdadeiros genocidas, como os bandeirantes, na construção da identidade nacional e da noção de segurança e soberania nacional. Este fato fica claro nos diversos monumentos, praças e rodovias em homenagem aos bandeirantes. Porém, a faceta mais perversa dessas homenagens encontra-se nas que foram prestadas pelo braço armado do estado, como por exemplo: a OBAN (Operação Bandeirante), centro de informações, investigação e repressão da ditadura militar, que teve em Carlos Alberto Brilhante Ustra o seu nome mais conhecido; ou o Batalhão Bandeirante (binfa-14), grupamento de operações especiais da Força Aérea Brasileira (FAB); dentre outros.


REBECA CARAPIÁ | Palavras de ferro e ar – Escultura 9 (da série Como colocar ar nas palavras), 2020 | Ferro (Iron) | 221,5 x 121 cm

Na série “Como colocar ar nas palavras”, a artista cria através de instalações, desenhos e esculturas, uma cosmologia em torno dos conflitos das normas da linguagem e do corpo, além de ampliar um debate geopolítico que envolve memória, economias da precariedade, tecnologias e as relações de poder entre o discurso e a palavra.


TIAGO SANT’ANA | Sapatos de açúcar, 2019 | Açúcar e material sintético (sugar and synthetic material) | 25 x 10 x 13 cm (cada)

Os chamados “tamancos de forra” eram acessórios utilizados pelas negras que conseguiam conquistar sua alforria na Bahia colonial – muitas vezes por trabalharem em regime de “ganho”. Aqui, além dos próprios sapatos – símbolos precários de uma liberdade somente anunciada mas nunca conseguida em sua plenitude – as plataformas robustas era utilizadas para dar altura física aos corpos conferindo-lhes uma impressão de imponência e altivez.

Não à toa, esse tipo de calçado passa a habitar o imaginário urbano das mulheres negras vendedoras de quitutes, sendo um acessório recorrente das conhecidas (genericamente) como “baianas”. No caso específico desta peça, há uma aproximação das narrativas do imaginário popular que interligam a ideia dos sapatos como um símbolo da conquista pela liberdade de pessoas escravizadas ao mesmo tempo que os calçados são formados pelo próprio material que catalisa os processos de subjugação e abjeção racial no Brasil: o açúcar.

Mais informações acesse o site do Instituto Moreira Salles.

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1 mês atrás

SANDRA GAMARRA ABRE EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL EM MADRI, NA SALA ALCALÁ 31

Tem abertura nesta terça-feira (21/09) a exposição “Buen Gobierno“, da artista Sandra Gamarra, que acontece em Madrid, na Espanha, na Sala Alcalá 31.

Nesta mostra, que conta com curadoria de Agustín Pérez Rubio, a artista aponta como a origem das nações latino-americanas está intimamente ligada ao nascimento da própria Espanha, partindo da pintura como narradora da história. O título “Buen Gobierno” tem origem no manuscrito da Primera Crónica y Buen Gobierno, escrito em 1615 por Felipe Guamán Poma de Ayala, que retrata a realidade andina colonial e pede ao Rei da Espanha, Felipe III, uma reforma do governo do vice-reinado para salvar o povo andino da exploração, das doenças e da miscigenação racial, sinônimo de desaparecimento da cultura indígena.

A exposição segue em cartaz até 16 de janeiro. Mais informações: https://www.comunidad.madrid/actividades/2021/exposicion-buen-gobierno-sandra-gamarra-heshiki

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1 mês atrás

LUIZ BRAGA PARTICIPA DE “TERRA EM TRANSE”, COLETIVA NO MUSEU AFRO BRASIL

Curupira I, 2018

Com abertura neste sábado (18/9), no Museu Afro Brasil, em São Paulo, a exposição coletiva “Terra em Transe” reúne 600 imagens de 60 fotógrafos, entre eles Luiz Braga. Com curadoria de Diógenes Moura, a mostra propõe uma reflexão sobre o passado, presente e futuro, a partir de fotografias que retratam o Brasil e seus acontecimentos históricos e atuais, como protestos na ditadura militar e em período recente, queimadas no Pantanal e na Amazônia, os desastre ambiental em Brumadinho, o incêndio na Cinemateca Brasileira, entre outros. O título “Terra em Transe” é derivado do filme de mesmo nome do cineasta Glauber Rocha.

A exposição segue em cartaz até 15/12. Ingressos através do link: https://www.megaticket.com.br/product/acesso-museu-afro-brasil/

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1 mês atrás

FREDERICO FILIPPI E RAPHAEL ESCOBAR PARTICIPA DE EXPOSIÇÃO COLETIVA NO SESC BOM RETIRO, EM SÃO PAULO

Birico - Poéticas autônomas em fluxo, Raphael Escobar

Em cartaz no Sesc Bom Retiro entre 9 de setembro de 2021 e 27 de fevereiro 2022, a exposição coletiva Birico – Poéticas Autônomas em Fluxo agrega 158 obras de 40 artistas que participam de ações solidárias e coletivas na região onde acontece a mostra, incluindo Raphael Escobar e Frederico Filippi, Ambos representados pela Galeria Leme. Birico é um coletivo artístico criado para dar suporte e gerar renda emergencial a artistas e pessoas em situação de vulnerabilidade social frente à crise sanitária do COVID-19. Uma das formas de geração de renda é através da venda lambe-lambes, que estão expostos nas paredes do espaço expositivo. Os trabalhos, de linhas estéticas diversas, se insurgem contra opressões sociais e a política em curso da chamada Cracolândia.


A obra Seus Olhos Estão Ficando Pesados, de Frederico Filippi, faz uma referência à ideia de sequestro do símbolo da bandeira nacional. Utilizada como escudo de discursos violentos, a bandeira exerce uma hipnose que achata o senso crítico como um ícone de validação, por isso o efeito hipnótico dentro da forma geométrica.


Raphael Escobar participa com os trabalhos da série Direitos, que consistem em três faixas que trazem as frases Direito à Loucura, Direito à Preguiça e Direito à Inadimplência. O trabalho busca expor o incômodo das elites com as pessoas em situação de vulnerabilidade, partindo da premissa de que historicamente esses grupos que estão à margem da engrenagem de produção e lucro capitalista foram enquadrados como ameaças à ordem moral vigente.

SERVIÇO
Exposição Birico – Poéticas Autônomas em Fluxo
9 de setembro de 2021 a 27 de fevereiro de 2022
Terça a Sexta, das 14h às 20h. Sábados, das 10h às 16h
Visitação apenas com agendamento prévio
Agende sua visita pelo app Credencial Sesc SP ou, pelo computador, no site www.sescsp.org.br/bomretiro

1 mês atrás

JOÃO ANGELINI É SELECIONADO PARA O 2º PRÊMIO DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS E FOTOGRAFIA

O projeto expositivo Do que somos feitos e o que deixamos, do artista João Angelini (DF), foi contemplado pela segunda edição do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e Fotografia. Ainda sem data marcada, a exposição acontece na Galeria Genesco Murta, no Palácio das Artes, e abrange diferentes mídias que vão desde desenhos e gravuras a animações e vídeo-objetos. Direcionando um olhar acerca das questões que perpassam temas como a organização social, as relações trabalhistas, ferramentas de ocupação territorial, sistema financeiro, lastros e commodities, o projeto reúne 20 trabalhos produzidos pelo artista entre 2019 e 2021.

O Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e o Prêmio Décio Noviello de Fotografia são realizados pelo Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, e pela Fundação Clóvis Salgado.

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1 mês atrás