Galeria Leme

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SANDRA GAMARRA ABRE EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL EM MADRI, NA SALA ALCALÁ 31

Tem abertura nesta terça-feira (21/09) a exposição “Buen Gobierno“, da artista Sandra Gamarra, que acontece em Madrid, na Espanha, na Sala Alcalá 31.

Nesta mostra, que conta com curadoria de Agustín Pérez Rubio, a artista aponta como a origem das nações latino-americanas está intimamente ligada ao nascimento da própria Espanha, partindo da pintura como narradora da história. O título “Buen Gobierno” tem origem no manuscrito da Primera Crónica y Buen Gobierno, escrito em 1615 por Felipe Guamán Poma de Ayala, que retrata a realidade andina colonial e pede ao Rei da Espanha, Felipe III, uma reforma do governo do vice-reinado para salvar o povo andino da exploração, das doenças e da miscigenação racial, sinônimo de desaparecimento da cultura indígena.

A exposição segue em cartaz até 16 de janeiro. Mais informações: https://www.comunidad.madrid/actividades/2021/exposicion-buen-gobierno-sandra-gamarra-heshiki

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2 dias atrás

LUIZ BRAGA PARTICIPA DE “TERRA EM TRANSE”, COLETIVA NO MUSEU AFRO BRASIL

Curupira I, 2018

Com abertura neste sábado (18/9), no Museu Afro Brasil, em São Paulo, a exposição coletiva “Terra em Transe” reúne 600 imagens de 60 fotógrafos, entre eles Luiz Braga. Com curadoria de Diógenes Moura, a mostra propõe uma reflexão sobre o passado, presente e futuro, a partir de fotografias que retratam o Brasil e seus acontecimentos históricos e atuais, como protestos na ditadura militar e em período recente, queimadas no Pantanal e na Amazônia, os desastre ambiental em Brumadinho, o incêndio na Cinemateca Brasileira, entre outros. O título “Terra em Transe” é derivado do filme de mesmo nome do cineasta Glauber Rocha.

A exposição segue em cartaz até 15/12. Ingressos através do link: https://www.megaticket.com.br/product/acesso-museu-afro-brasil/

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2 dias atrás

FREDERICO FILIPPI E RAPHAEL ESCOBAR PARTICIPA DE EXPOSIÇÃO COLETIVA NO SESC BOM RETIRO, EM SÃO PAULO

Birico - Poéticas autônomas em fluxo, Raphael Escobar

Em cartaz no Sesc Bom Retiro entre 9 de setembro de 2021 e 27 de fevereiro 2022, a exposição coletiva Birico – Poéticas Autônomas em Fluxo agrega 158 obras de 40 artistas que participam de ações solidárias e coletivas na região onde acontece a mostra, incluindo Raphael Escobar e Frederico Filippi, Ambos representados pela Galeria Leme. Birico é um coletivo artístico criado para dar suporte e gerar renda emergencial a artistas e pessoas em situação de vulnerabilidade social frente à crise sanitária do COVID-19. Uma das formas de geração de renda é através da venda lambe-lambes, que estão expostos nas paredes do espaço expositivo. Os trabalhos, de linhas estéticas diversas, se insurgem contra opressões sociais e a política em curso da chamada Cracolândia.


A obra Seus Olhos Estão Ficando Pesados, de Frederico Filippi, faz uma referência à ideia de sequestro do símbolo da bandeira nacional. Utilizada como escudo de discursos violentos, a bandeira exerce uma hipnose que achata o senso crítico como um ícone de validação, por isso o efeito hipnótico dentro da forma geométrica.


Raphael Escobar participa com os trabalhos da série Direitos, que consistem em três faixas que trazem as frases Direito à Loucura, Direito à Preguiça e Direito à Inadimplência. O trabalho busca expor o incômodo das elites com as pessoas em situação de vulnerabilidade, partindo da premissa de que historicamente esses grupos que estão à margem da engrenagem de produção e lucro capitalista foram enquadrados como ameaças à ordem moral vigente.

SERVIÇO
Exposição Birico – Poéticas Autônomas em Fluxo
9 de setembro de 2021 a 27 de fevereiro de 2022
Terça a Sexta, das 14h às 20h. Sábados, das 10h às 16h
Visitação apenas com agendamento prévio
Agende sua visita pelo app Credencial Sesc SP ou, pelo computador, no site www.sescsp.org.br/bomretiro

1 semana atrás

JOÃO ANGELINI É SELECIONADO PARA O 2º PRÊMIO DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS E FOTOGRAFIA

O projeto expositivo Do que somos feitos e o que deixamos, do artista João Angelini (DF), foi contemplado pela segunda edição do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e Fotografia. Ainda sem data marcada, a exposição acontece na Galeria Genesco Murta, no Palácio das Artes, e abrange diferentes mídias que vão desde desenhos e gravuras a animações e vídeo-objetos. Direcionando um olhar acerca das questões que perpassam temas como a organização social, as relações trabalhistas, ferramentas de ocupação territorial, sistema financeiro, lastros e commodities, o projeto reúne 20 trabalhos produzidos pelo artista entre 2019 e 2021.

O Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e o Prêmio Décio Noviello de Fotografia são realizados pelo Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, e pela Fundação Clóvis Salgado.

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1 semana atrás

ZILVINAS KEMPINAS REALIZA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL NA BIFORMS GALLERY, EM NOVA IORQUE

Em sua primeira exposição individual na Bitforms Gallery, em Nova Iorque, o artista Zilvinas Kempinas apresenta obras importantes em sua trajetória, além de trabalhos inéditos. O artista cria suas esculturas a partir da justaposição de readymades com forças invisíveis – como correntes de ar, magnetismo ou gravidade. Analog envolve esses elementos por meio de uma série de trabalhos que traduzem as próprias investigações do artista em experiências compartilhadas. A mostra permanece em cartaz de 9 de setembro a 9 de outubro.

Um ventilador acoplado a uma roda de bicicleta gira longas tiras de fita magnética na entrada da galeria. Sons de ruído branco preenchem o espaço enquanto a fita, proveniente de uma fita VHS, oscila em uma descida emaranhada e cintilante. A função primária da fita, transportar dados, é usurpada em favor de sua capacidade de agir como um artefato universal de comunicação. Kempinas reaproveita essa mídia industrial desatualizada através de fenômeno físico com uma presença visceral. 

Panels, uma instalação que se estende por todas as paredes da galeria, também utiliza fita magnética, mas incita uma resposta diferente através de sua colocação estática e simétrica. Parte ilusão de ótica, parte espelho, a instalação demonstra o domínio do artista de itens cotidianos como entidades escultóricas. Linhas verticais uniformemente espaçadas manipulam a arquitetura da galeria com periferia reflexiva, transformando linhas de visão em planos expansivos. Esse site-specific é transformador, mas uma vez removido é apenas uma sobra de tecnologia ultrapassada. Kempinas brinca com a transitoriedade da fita magnética, reforçando-a como um readymade descartável. Na parte traseira da galeria, Flaming Tape implementa um arranjo similar, que difere por um caráter performativo – um ventilador industrial e partes selecionadas de fita adesiva sem amarras. A brisa do ventilador guia a fita em gestos envolventes que lembram fumaça ou chamas até que se desliga, deixando os fios soltos em uma queda livre hipnotizante.

Elementos de surpresa estão aninhados dentro de cada uma das obras de Kempinas, mas ao contrário de um truque de mágica, a maravilha ainda permanece quando o funcionamento interno é revelado. A obra Bearings [Rolamentos] é outro exemplo da capacidade de Kempinas de controlar forças invisíveis. Esta escultura cinética hospeda milhares de pequenos rolamentos de esferas semi-submersas em óleo mineral. Abaixo da superfície, ímãs são posicionados em um disco girando lentamente que informa as sequências de padrões abstratos. A obra cria novas formas infinitamente. Nautilus, trabalho de estreia na exposição, apresenta um grande disco redondo suspenso horizontalmente por um único cabo de aço no teto. Correntes de bolas gotejam ao longo de seu perímetro, num movimento de castata em diferentes comprimentos enquanto a escultura gira lentamente. A rotação desse trabalho – girando no sentido horário, diminuindo a velocidade até parar e depois revertendo – cria cenas ópticas sobrepostas que evoluem continuamente para novas formas. A obra Nautilus joga na intersecção da corrente de esferas com as linhas verticais da obra Panels, que aparece ao fundo, incitando a sensação de presença por meio de vibração e movimento. A escultura é totalmente transparente, moldada pela gravidade e tonificada por sua própria luz interna.

Analog  é a obra que dá título à mostra. Disponibilizado em NFT, o vídeo se assemelha a uma renderização digital de duas formas retangulares animadas por um movimento caótico. Porém, o único componente digital desta obra é a gravação. O analógico foi produzido com a filmagem de dois pedaços de papel presos a um barbante que são animados pela brisa de um leque. É um encapsulamento perfeito do uso da simplicidade de Kempinas para inspirar ilusão. Como substantivo, Analog significa comparar – como termo tecnológico, define o oposto de digital. Esta exposição usa formatos físicos de tecnologia para incitar uma conexão emocional e subliminar com o espectador, que revela a capacidade da arte de agir como um instrumento visual.

acesse o site para saber mais

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1 semana atrás

ARTISTA TIAGO SAN’TANA GANHA BOLSA ZUM/IMS DE FOTOGRAFIA

O artista baiano Tiago Sant’Ana, representado pela Galeria Leme, foi contemplado pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2021 para desenvolver o projeto “Chão de Estrelas”. Com o objetivo de fomentar a pesquisa no campo das artes visuais, especialmente da fotografia, a bolsa seleciona projetos inéditos a serem desenvolvidos ao longo de oito meses. O resultado final fará parte da Coleção de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles.


O eixo principal de “Chão de estrelas” é a investigação sobre estratégias de fuga e libertação no período colonial brasileiro, entendendo a reverberação dessas táticas num imaginário representacional na contemporaneidade. “Esse projeto faz parte de um ensejo em tentar reimaginar a história e a memória do Brasil a partir de uma perspetiva que foge de um modelo de história única que foi produzida, sobretudo, sob uma visão eurocentrada”, diz o artista.


Através da criação de imagens ficcionais inspiradas em narrativas locais e/ou ditados populares, o projeto prevê a criação de uma espécie de “inventário imagético de fuga” composto por quatro fotografias e um videoarte.

1 semana atrás

ARTISTA RAPHAEL ESCOBAR FALA SOBRE SEUS TRABALHOS NA MOSTRA “JANELAS PARA DENTRO”

Foto: Ana Pigosso

Atualmente em cartaz na mostra “Janelas para Dentro”, as obras “Os que não sabem o que acontece” e “Micha #2: Casa Leme”, do artista Raphael Escobar, estabelecem diálogos e tensionamentos com o conceito arquitetônico da casa residencial que abriga a mostra. Projetada por Paulo Mendes da Rocha na década de 1970, a casa foi concebida através de uma ideia de integração com o espaço público, noção que é questionada pelo artista dentro do contexto social em que a construção está inserida.

As duas obras tiveram como inspiração relatos de jovens que cumpriam medidas socioeducativas na Fundação Casa, onde o artista atuou como educador. “Os jovens compartilhavam comigo que entravam e roubavam as casas do Morumbi. Então, quando fui convidado a participar da exposição não saiam da minha cabeça esses relatos. O que aconteceria se um desses jovens entrassem nessa casa?”, comenta o artista.

No primeiro trabalho, localizado na frente da residência, lê-se os dizeres “Os que não sabem o que acontece” num letreiro comumente visto em fachadas de prédios. “Esse letreiro funciona como um prólogo da casa e reforça o caráter privado do espaço e é uma referência ao que acontece à noite, quando essas casas são frequentadas sem que ninguém saiba. A frase foi tirada de um rap do Sabotage, Um bom lugar, em que ele diz: Há três tipos de gente/ Os que imaginam o que acontece/ Os que não sabem o que acontece/ E nós que faz acontecer“, comenta o artista. 

Já num segundo momento, ao passar pela porta da casa, pode-se ver uma espécie de “porta-chaves”. Nele, o artista posicionou cópias de chaves e uma micha – tipo de chave padrão frequentemente utilizada para destravar variados modelos de fechaduras. 

Foto: Ana Pigosso

As duas obras evidenciam questões de classe e criam um diálogo com a arquitetura de Paulo Mendes, como pontua o curador Guilherme Wisnik no texto da mostra: “[…] esta mostra busca dialogar criativamente com os ambientes da casa, que já é, em si, uma obra de arte. Diálogos que funcionam tanto por afinidade como por subversão, estabelecidos aqui por artistas que operam com a temática da cidade e incorporam em seus trabalhos os problemas e os elementos da esfera urbana, criando curtos-circuitos e atravessamentos entre polaridades como o urbano e o doméstico, o cotidiano e o monumental, o formal e o informal, a elite e a periferia.”

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Serviço

Endereço: Rua Circular do Bosque, 628 / São Paulo

Datas: 29 agosto – 10 outubro 2021

Visitação (apenas com agendamento prévio): Sábado – Domingo, 12h–-17h

2 semanas atrás

MARCIA DE MORAES ABRE PRIMEIRA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL NO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL – SÃO PAULO

Marcia de Moraes. Episódio 3, 2021. 150 x 300 cm

Neste sábado (28/08), abre a primeira exposição individual de Marcia de Moraes, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Intitulada “A Terceira”, a mostra reúne 23 obras inéditas da artista, que segue explorando o desenho e suas possibilidades através da colagem e da tridimensionalidade. Ocupando o subsolo do CCBB-SP e também o antigo cofre da agência, a exposição conta com texto crítico da psicanalista e crítica de arte Bianca Coutinho Dias.

O nome da exposição é uma referência à conferência feita por Jacques Lacan no VII Congresso da Escola Freudiana de Paris, no dia 1º de novembro de 1974. Na conferência que também recebeu o nome “A Terceira”, Jacques Lacan trata de um ponto central para a psicanálise: a maneira singular como cada sujeito escreve um corpo.  “Dentro da minha interpretação, ele falou sobre o aquilo que não cabe dentro das pessoas. Provavelmente ele está falando de pulsões emocionais, mas no meu caso, eu transponho isso para o desenho, quando eu digo que o que eu desenho é aquilo que não cabe dentro de mim” comenta a artista.

“Marcia de Moraes revela que há maneiras de se desdobrar o corpo, de ficcionalizar o que nele incide. Avançando pela produção da artista vemos que um léxico é inventado, e o desenho, que começa sem projeto prévio, encontra caminho na surpresa e no espanto. As perguntas que seus desenhos e colagens sustentam encontram-se nas entranhas e nas vísceras, no dentro e no fora, na superfície e na espessura das coisas. Até onde o corpo suporta? Como se escreve um corpo? De que matéria somos constituídos?”, detasca a curadora Bianca Coutinho Dias.

A Terceira, de Marcia de Moraes

De 28 de agosto de 2021 a 04 de outubro de 2021. 

Todos os dias, das 9h às 18h, exceto às terças.  

Reserve seu ingresso pelo app ou pelo site Eventim.


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3 semanas atrás

SANDRA GAMARRA PARTICIPA DE MESA ONLINE SOBRE SUA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL “PRODUCCIÓN/REPRODUCCIÓN”

Nesta terça-feira (24/08), às 17 horas,  a artista Sandra Gamarra participa do “Conversatorio de apertura” , no Museu de Arte de Lima – MALI. Com transmissão online via facebook, a iniciativa busca abordar os principais conceitos da exposição individual da artista, “Produção/Reprodução”. Além de Sandra, participam Luis Eduardo Wuffarden, Antoine Henry-Jonquères e Natalia Sobrevilla. 

“Produccíón/Reproducción” se debruça sobre um aspecto habitualmente relegado: o papel subordinado, mas essencial, das mulheres na produção e reprodução das forças de trabalho. Na mostra, a artista reuniu reproduções feitas numa oficina de copistas na China das chamadas pinturas de miscigenação, encomendadas pelo vice-rei Manuel de Amat y Junyent e enviadas ao rei da Espanha, Carlos III em 1770. Nelas, Sandra acrescentou citações de diferentes pensadoras feministas contemporâneas.

Para acompanhar o debate, clique aqui.

Sobre a artista

Sandra Gamarra, é a criadora do Museu fictício de Arte Contemporânea de Lima, uma coleção imaginária de pinturas com o merchandising que as acompanhada com base em suas reproduções pintadas à mão de obras de seus contemporâneos. O método de apropriação de Gamarra levanta questões sobre aspectos como a autenticidade e o status de réplicas. Uma parte significativa do trabalho de Gamarra incide sobre os mecanismos do mundo da arte, incluindo o mercado de arte, exposições e processos criativos, explorando a sua realidade e funcionamento. Outro aspecto que tem fascinado a artista é o paralelo entre as experiências artísticas e místicas.

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3 semanas atrás

REBECA CARAPIÁ PARTICIPA DA 3ª FRESTAS – TRIENAL DE ARTE DO SESC SOROCABA

Rebeca Carapiá na montagem da instalação "Campo Elétrico 01: Raiva, Sal, Saúde e Tempo", na 3ª Frestas - Trienal de Artes do Sesc Sorocaba

Neste sábado (21/08) ocorre a abertura da 3ª Frestas – Trienal de Artes do Sesc Sorocaba, com curadoria de Diane Lima, Beatriz Lemos e Thiago de Paula Souza. Intitulada “O rio é uma serpente”, a mostra busca olhar para as formas de existência não hegemônicas e os caminhos que elas inventam. Assim, apresenta obras de 53 artistas e coletivos de diferentes nacionalidades, dentre elas Rebeca Carapiá, representada pela Galeria Leme. 

Indicada ao prêmio PIPA online 2021, a artista apresenta a instalação “Campo Elétrico 01: Raiva, Sal, Saúde e Tempo”. Composta por 30 esculturas de cobre maciço em bases de ferro, Rebeca trabalha a materialidade do metal. Considerando o cobre como um condutor de energia, a artista propõe um diálogo invisível e espiritual entre a obra e os corpos que a experienciam: “aqui se cria um espaço de atração e repulsão, onde você pode deixar alguma coisa e receber alguma coisa também. O cobre tem essa capacidade de eletrificar e de induzir e de possibilitar a mudança, o movimento”, destaca a artista. 

A instalação é um desdobramento de sua pesquisa iniciada na série “Como colocar ar nas palavras”, na qual Rebeca constrói uma escrita a partir das torções do cobre: “eu crio uma escrita para dizer sem explicar, assim como escuto a força do cobre enquanto ele vai sendo envergado, dobrado e retorcido”.

Para saber mais acesse: https://frestas.sescsp.org.br/

Instagram: @frestas.trienal.artes

Detalhe instalação "Campo Elétrico 01: Raiva, Sal, Saúde e Tempo", de Rebeca Carapiá

4 semanas atrás