A exposição “Tempos Fraturados”, realizada no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo — MAC USP, em São Paulo, revisita a coleção permanente do museu a partir de questões históricas, políticas e sociais dos séculos 20 e 21. Com destaque para a participação de Luiz Braga, representado por fotografias que valorizam paisagens, cores e cotidianos brasileiros, a mostra reúne cerca de 300 obras do acervo e se organiza em núcleos como Resistência, Êxodo, Retrato, Apropriação e Violência. A exposição é de longa duração, iniciada em 18 de março de 2023, com previsão de permanência por cinco anos.
A exposição “Delírio Tropical – Recanto”, realizada no Sesc Pinheiros, apresenta um amplo panorama da produção visual brasileira contemporânea, reunindo cerca de 280 obras de aproximadamente 130 artistas de todas as regiões do país. Com curadoria de Orlando Maneschy e curadoria adjunta de Keyla Sobral, a mostra conta com a participação de Tiago Sant’Ana e propõe reflexões sobre identidade, memória, território, gênero, meio ambiente e os imaginários do Brasil.
A exposição “Die Welt im Geld – Globale Ereignisse im Spiegel Frankfurter Finanzobjekte”, realizada no Historisches Museum Frankfurt, em Frankfurt, apresenta a história da globalização a partir de moedas, medalhas, ações, notas e outros objetos financeiros ligados à cidade. A mostra conta com a participação do artista brasileiro Tiago Sant’Ana e aborda temas como colonialismo, poder, memória, desigualdade e circulação de riqueza.
A exposição coletiva “O horror, o humor e o absurdo” está em cartaz na Casa de Cultura do Parque em São Paulo. Com curadoria de José Augusto Ribeiro, a mostra na Galeria do Parque reúne obras de Felipe Rezende, Darks Miranda, Flávia Metzler, Ivan Cardoso e Yuli Yamagata, explorando o “terrir” e o absurdo na arte contemporânea.
A exposição “Padê – sentinela à porta da memória”, realizada no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, em São Paulo, conta com curadoria de Rosa Couto e participação de Tiago Sant’Ana. A mostra fica em cartaz de 21 de março a 26 de julho de 2026, com visitação de terça a domingo, das 10h às 17h, e permanência até às 18h.
A exposição “Oceano – O Mundo é um Arquipélago” realizada no Museo do Amanhã nasce de uma premissa fundamental: a de que a vida, em todas as suas formas, é inteligente e que essa inteligência se manifesta também nas profundezas marinhas. Com participação de Tiago Sant’Ana.
A exposição “Morar na cor” é a décima mostra da Flexa Galeria,inaugurada em 18 de abril de 2026, com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar. A coletiva, que segue até 18 de julho de 2026, reúne grandes nomes da arte, incluindo Luiz Braga, Frank Stella, Tomie Ohtake e Beatriz Milhazes, explorando a cor além da dimensão formal.
Sandra Gamarra Heshiki participa da exposição “Jangueando: Recent Acquisitions, 2021–2025”, em cartaz no El Museo del Barrio, em Nova York até 2026. A mostra reúne cerca de quarenta obras recentemente incorporadas à coleção permanente do museu, refletindo sobre espaços de encontro, solidariedade e modos alternativos de estar juntos.
Em 1º de novembro de 2025, a exposição Floresta de Infinitos foi inaugurada na Casa das Histórias de Salvador, integrando o Novembro Salvador Capital Afro. Com curadoria de Ayrson Heráclito, Marcelo Campos, Thais Darzé e Tiganá Santana, a mostra reúne 16 artistas, entre eles Tiago Sant’Ana, em um ambiente imersivo com bambus, projeções e paisagens sonoras que abordam crise climática, ancestralidade e resistência dos povos da floresta.
Primeira panorâmica dedicada a Sandra Gamarra Heshiki reúne cerca de 80 obras produzidas em 25 anos. Desde os anos 1990, a artista desenvolve uma crítica institucional, evidenciada pelo museu fictício LiMac. Por meio da apropriação de pinturas e esculturas, sobretudo coloniais, utiliza a “réplica” para questionar narrativas e a neutralidade museológica. A mostra, organizada com o Museu de Arte de Lima, também problematiza a cronologia tradicional dos museus latino-americanos.
Debret em questão – olhares contemporâneos revisita criticamente o legado de Jean-Baptiste Debret, em especial a obra Voyage pittoresque et historique au Brésil (Viagem pitoresca e histórica ao Brasil), a partir do olhar de uma geração efervescente de artistas contemporâneos em atividade no país. Confrontando os séculos XIX e XXI, França e Brasil, a pintura histórica e as novas mídias, a exposição propõe um diálogo entre passado e presente, problematizando imagens, narrativas e construções históricas. Nesse contexto, destacam-se as participações de Sandra Gamarra Heshiki e Tiago Sant’Ana, cujas pesquisas tensionam criticamente os legados coloniais e os modos de representação histórica. Com curadoria de Jacques Leenhardt e Gabriela Longman, a mostra integra a Temporada França–Brasil 2025, celebrando os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países, após ter sido apresentada em versão mais sucinta na Maison de l’Amérique Latine, em Paris.
Heloisa Hariadne participa da exposição Ancestral: Afro-Américas, no CCBB Rio de Janeiro. Com curadoria de Ana Beatriz Almeida e Lauren Haynes e direção artística de Marcello Dantas, a mostra reúne mais de 100 obras que exploram a diáspora africana e suas influências nas artes visuais dos dois países.
Ancestral dialoga com artistas afro-brasileiros e afro-americanos em celebração ao bicentenário das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. A exposição aborda temas como corpo, sonho e espaço, promovendo reflexões sobre identidade afro-americana e arte decolonial. O trabalho de Heloisa Hariadne se soma a uma seleção de artistas que celebram as raízes africanas e sua relevância na construção de um novo olhar sobre a arte contemporânea.
Exposição coletiva, reúne obras do acervo da Galeria Leme que investigam diferentes modos de construir, organizar e tensionar a experiência do olhar. A exposição parte da ideia de que a visibilidade não é uma condição neutra: ela é produzida por estruturas, superfícies, dispositivos, enquadramentos e sistemas de circulação da imagem. Com a participação dos artistas, David Batchelor, Frank thiel, Hery Krokatsis, Jaume Plensa, José Carlos Martinat Mendonza e Sandra Gamarra Heshiki.
A exposição “Mais Belo é o Rio que Corre”, realizada pelo Centro Cultural Sesc Quitandinha, tem curadoria de Marcelo Campos e curadoria assistente de Rodrigo Duarte. A mostra reúne obras de cerca de 40 artistas sul-americanos em diferentes linguagens, com participação da artista Sandra Gamarra, propondo reflexões sobre águas, confluências, urgências ambientais e continuidades na América Latina.
A exposição coletiva “Que Beleza!”, realizada na Galeria Luisa Strina, em São Paulo, Brasil, conta com a participação da artista Germana Monte-mor. A mostra fica em cartaz de 26 de maio a 25 de julho de 2026.