A artista Heloisa Hariadne participa da 16ª Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul, integrando "Devorações do Amanhã – Brasil em rebento", o primeiro Pavilhão do Brasil na história do evento. Com curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi, a mostra reúne 35 artistas que, a partir do pensamento antropofágico, revisitam heranças culturais para imaginar futuros possíveis. Hariadne desenvolveu sua obra durante residência em Seul, explorando corpo, memória, natureza e ancestralidade. De 5 de setembro a 15 de novembro, no Gwangju History & Folk Museum.
A Galeria Leme apresenta "Controle|Corrosão| Dispersão", individual de Beto Shwafaty, em cartaz de 3 de setembro a 2 de outubro. Reunindo cerca de 15 trabalhos, a mostra investiga a sociedade contemporânea a partir de objetos do cotidiano e suas materialidades. O artista revela como processos históricos, econômicos e políticos se inscrevem nas coisas — tornando visíveis tensões de controle, desgaste e dispersão que atravessam o mundo. Visite em São Paulo.
A exposição “Tempos Fraturados”, realizada no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo — MAC USP, em São Paulo, revisita a coleção permanente do museu a partir de questões históricas, políticas e sociais dos séculos 20 e 21. Com destaque para a participação de Luiz Braga, representado por fotografias que valorizam paisagens, cores e cotidianos brasileiros, a mostra reúne cerca de 300 obras do acervo e se organiza em núcleos como Resistência, Êxodo, Retrato, Apropriação e Violência. A exposição é de longa duração, iniciada em 18 de março de 2023, com previsão de permanência por cinco anos.
A exposição “Delírio Tropical – Recanto”, realizada no Sesc Pinheiros, apresenta um amplo panorama da produção visual brasileira contemporânea, reunindo cerca de 280 obras de aproximadamente 130 artistas de todas as regiões do país. Com curadoria de Orlando Maneschy e curadoria adjunta de Keyla Sobral, a mostra conta com a participação de Tiago Sant’Ana e propõe reflexões sobre identidade, memória, território, gênero, meio ambiente e os imaginários do Brasil.
A exposição “Mais Belo é o Rio que Corre”, realizada pelo Centro Cultural Sesc Quitandinha, tem curadoria de Marcelo Campos e curadoria assistente de Rodrigo Duarte. A mostra reúne obras de cerca de 40 artistas sul-americanos em diferentes linguagens, com participação da artista Sandra Gamarra, propondo reflexões sobre águas, confluências, urgências ambientais e continuidades na América Latina.
A exposição “Die Welt im Geld – Globale Ereignisse im Spiegel Frankfurter Finanzobjekte”, realizada no Historisches Museum Frankfurt, em Frankfurt, apresenta a história da globalização a partir de moedas, medalhas, ações, notas e outros objetos financeiros ligados à cidade. A mostra conta com a participação do artista brasileiro Tiago Sant’Ana e aborda temas como colonialismo, poder, memória, desigualdade e circulação de riqueza.
Luiz Braga na Paris Photo 2026, uma das principais feiras internacionais dedicadas à fotografia e à imagem. Realizada de 12 a 15 de novembro, no Grand Palais em Paris, a 29ª edição celebra o bicentenário da fotografia. Reconhecido por construir um olhar singular sobre a Amazônia, Braga transita entre o documental e o abstrato, explorando a luz equatorial, as cores vibrantes e a vida cotidiana da região. Sua participação reafirma a relevância de uma produção que amplia as possibilidades de representação da paisagem e da cultura amazônicas no cenário internacional atual.