Heloisa Hariadne participa da exposição Ancestral: Afro-Américas, no CCBB Rio de Janeiro. Com curadoria de Ana Beatriz Almeida e Lauren Haynes e direção artística de Marcello Dantas, a mostra reúne mais de 100 obras que exploram a diáspora africana e suas influências nas artes visuais dos dois países.
Ancestral dialoga com artistas afro-brasileiros e afro-americanos em celebração ao bicentenário das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. A exposição aborda temas como corpo, sonho e espaço, promovendo reflexões sobre identidade afro-americana e arte decolonial. O trabalho de Heloisa Hariadne se soma a uma seleção de artistas que celebram as raízes africanas e sua relevância na construção de um novo olhar sobre a arte contemporânea.
Exposição Individual
Texto: Luis Sandes
A individual de Gabriela Giroletti na Galeria Leme, Mil manhãs, reúne telas de pequeno e grande formato que exploram as possibilidades da pintura, no que se refere à poesia, à técnica e ao conceito. O trabalho da artista discute a prática e a pintura, e demonstra um fundamental apreço pelo mundo natural e seu potencial lírico…
Curadora:Dulcina Abreu
O artista peruano José Carlos Martinat explora de forma intrincada as interseções entre tecnologia, política e existência humana em “Esencia: Artefacto”. Seu trabalho transforma objetos cotidianos em comentários profundos sobre mecanismos sociais. Uma peça de destaque é uma cama mecânica, revestida com ayahuasca e yampo, animada pelo código genético da COVID-19. Esta exposição reflete sobre as dimensões culturais e espirituais da perda, criando um espaço para contemplação e cura.
“DOSSIÊ 31ª MOSTRA DE ARTE DA JUVENTUDE”
Exposição Coletiva
A obra de Felipe Rezende é uma fascinante fusão entre o cotidiano e o absurdo, incorporando elementos de suas experiências pessoais e observações. Utilizando materiais reaproveitados como suporte, o artista cria pinturas, desenhos e instalações que desafiam percepções convencionais.
Em sua série recente com lonas de caminhões desgastadas, Rezende explora temas como jornadas de trabalho, luta de classes e desigualdades sociais. Apesar disso, ele também destaca momentos de descanso e sonho. Na obra Das Tripas Nuvens, por exemplo, o artista utiliza um barco vermelho como metáfora para “fuga”. Contudo, essa fuga não é uma simples evasão, mas sim uma transformação da realidade. A peça cria uma cena surreal de pescaria, repleta de elementos contrastantes e inesperados.
Exposição Coletiva
Curadoria:Uriel Bezerra
Texto:Calos Melo
Exposição Coletiva
A exposição “Arte Imprópria” desafia as noções tradicionais de propriedade e autoria na arte contemporânea. Inspirada pelo conceito situacionista de “desvio”, a mostra explora a reapropriação e ressignificação de objetos cotidianos como forma de subversão política. Enfatiza a criação coletiva, questionando os limites institucionais da arte e as fronteiras territoriais. Com a participação de artistas como Felipe Rezende e grupos como JAMAC, a exposição inclui oficinas e intervenções especialmente concebidas, oficinas e intervenções foram realizadas especialmente para esta exposição, com a participação de JAMAC, além de obras do acervo do Museu de Artes Visuais da Unicamp. Assim, “Arte Imprópria” propõe uma reflexão crítica sobre a arte como ferramenta de transformação social e desconstrução de paradigmas estabelecidos.
Felipe Rezende é um artista que explora o desenho e a pintura de forma expansiva, incorporando elementos do cotidiano em sua obra. Utilizando suportes não convencionais como lonas de caminhão e pneus, ele cria trabalhos que refletem experiências e narrativas urbanas. Sua pesquisa foca no universo do trabalho braçal, criando imaginários que mesclam onirismo e realidade. Rezende transforma objetos encontrados em composições que desafiam as fronteiras entre ficção e testemunho, oferecendo uma perspectiva única sobre a vida urbana e laboral.
“ÚLTIMO LOTE”
Exposição Coletiva
A exposição “Último Lote”” no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC-BA) apresenta uma seleção diversificada de 52 obras de 44 artistas, com destaque para 27 criadores baianos. Sob a curadoria do diretor Daniel Rangel, a mostra explora quatro eixos temáticos: Linguagens, Religiosidades, Cartografias e Decolonidades. Esta estrutura permite uma abordagem multifacetada da arte contemporânea, refletindo a riqueza cultural e artística da Bahia e do Brasil. A exposição oferece uma oportunidade única para o público experienciar uma ampla gama de expressões artísticas, promovendo diálogos entre diferentes perspectivas e técnicas.
O artista Felipe Rezende participa da exposição com a obra “Quem rouba meu sono?”, de 2022, integrada ao eixo Cartografias. Esta seção explora questões de espaço, território e identidade. A obra de Rezende convida o espectador a refletir sobre as inquietações contemporâneas e os elementos que perturbam nosso descanso, tanto literal quanto metaforicamente, contribuindo para o rico diálogo artístico proposto pela exposição.
Exposição individual
A exposição apresenta as obras recentes de Germana Monte-Mór, artista brasileira que explora formas abstratas e fluidas em suas criações. Suas pinturas e esculturas evocam elementos naturais, como ilhas, rios e células, através de formas ovais e cores vibrantes. Monte-Mór dialoga com a tradição da arte abstrata do século XX, mas traz uma perspectiva contemporânea e brasileira. Seu trabalho busca representar fenômenos naturais e evocar sensações, explorando temas como metamorfose, crescimento e a relação entre humanos e natureza.
Exposição Coletiva
A exposição “Iniciadas: Ancestralidades Contemporâneas” destaca um potente recorte da arte contemporânea baiana dos últimos quinze anos, incluindo o renomado artista Tiago Sant’Ana. Explorando temas de identidade e cultura afro-brasileira, Sant’Ana e seus colegas participaram de importantes mostras nacionais e internacionais, recebendo reconhecimento crítico e integrando coleções prestigiadas. Seus trabalhos, fruto de dedicação intensa, refletem a riqueza da produção artística da Bahia. Embora representativa, a exposição não esgota a totalidade dos “iniciados” locais, mas abre diálogos sobre ancestralidade e contemporaneidade na arte baiana.
Exposição Coletiva
Gabriela Giroletti é uma artista contemporânea conhecida por suas pinturas vibrantes e expressivas. Seu trabalho explora temas como identidade, memória e a relação entre cor e forma.