A exposição coletiva “Que seja casa, o amor. Ainda que amar desabrigue”, no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba — MACS, tem curadoria de Ana Carolina Ralston e reúne mais de 50 obras de 33 artistas. Com destaque para Felipe Rezende, Gabriela Giroletti, Heloisa Hariadne e José Carlos Martinat, a mostra reflete sobre o amor como forma de habitar
Exposição coletiva, reúne obras do acervo da Galeria Leme que investigam diferentes modos de construir, organizar e tensionar a experiência do olhar. A exposição parte da ideia de que a visibilidade não é uma condição neutra: ela é produzida por estruturas, superfícies, dispositivos, enquadramentos e sistemas de circulação da imagem. Com a participação dos artistas, David Batchelor, Frank thiel, Hery Krokatsis, Jaume Plensa, José Carlos Martinat Mendonza e Sandra Gamarra Heshiki.
A exposição “Tempos Fraturados”, realizada no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo — MAC USP, em São Paulo, revisita a coleção permanente do museu a partir de questões históricas, políticas e sociais dos séculos 20 e 21. Com destaque para a participação de Luiz Braga, representado por fotografias que valorizam paisagens, cores e cotidianos brasileiros, a mostra reúne cerca de 300 obras do acervo e se organiza em núcleos como Resistência, Êxodo, Retrato, Apropriação e Violência. A exposição é de longa duração, iniciada em 18 de março de 2023, com previsão de permanência por cinco anos.
A exposição “Delírio Tropical – Recanto”, realizada no Sesc Pinheiros, apresenta um amplo panorama da produção visual brasileira contemporânea, reunindo cerca de 280 obras de aproximadamente 130 artistas de todas as regiões do país. Com curadoria de Orlando Maneschy e curadoria adjunta de Keyla Sobral, a mostra conta com a participação de Tiago Sant’Ana e propõe reflexões sobre identidade, memória, território, gênero, meio ambiente e os imaginários do Brasil.
A exposição “Mais Belo é o Rio que Corre”, realizada pelo Centro Cultural Sesc Quitandinha, tem curadoria de Marcelo Campos e curadoria assistente de Rodrigo Duarte. A mostra reúne obras de cerca de 40 artistas sul-americanos em diferentes linguagens, com participação da artista Sandra Gamarra, propondo reflexões sobre águas, confluências, urgências ambientais e continuidades na América Latina.
A exposição “Die Welt im Geld – Globale Ereignisse im Spiegel Frankfurter Finanzobjekte”, realizada no Historisches Museum Frankfurt, em Frankfurt, apresenta a história da globalização a partir de moedas, medalhas, ações, notas e outros objetos financeiros ligados à cidade. A mostra conta com a participação do artista brasileiro Tiago Sant’Ana e aborda temas como colonialismo, poder, memória, desigualdade e circulação de riqueza.
A exposição coletiva “O horror, o humor e o absurdo” está em cartaz na Casa de Cultura do Parque em São Paulo. Com curadoria de José Augusto Ribeiro, a mostra na Galeria do Parque reúne obras de Felipe Rezende, Darks Miranda, Flávia Metzler, Ivan Cardoso e Yuli Yamagata, explorando o “terrir” e o absurdo na arte contemporânea.
A exposição “Padê – sentinela à porta da memória”, realizada no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, em São Paulo, conta com curadoria de Rosa Couto e participação de Tiago Sant’Ana. A mostra fica em cartaz de 21 de março a 26 de julho de 2026, com visitação de terça a domingo, das 10h às 17h, e permanência até às 18h.
A exposição “Oceano – O Mundo é um Arquipélago” realizada no Museo do Amanhã nasce de uma premissa fundamental: a de que a vida, em todas as suas formas, é inteligente e que essa inteligência se manifesta também nas profundezas marinhas. Com participação de Tiago Sant’Ana.
A exposição “Morar na cor” é a décima mostra da Flexa Galeria,inaugurada em 18 de abril de 2026, com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar. A coletiva, que segue até 18 de julho de 2026, reúne grandes nomes da arte, incluindo Luiz Braga, Frank Stella, Tomie Ohtake e Beatriz Milhazes, explorando a cor além da dimensão formal.