Galeria Leme

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Cityscapes Collective

10.25.06 _ 11.25.06

Artists: Katrin Sigurdardóttir, Richard Galpin, Kristina Solomoukha, Hideaki Idetsuki.
The Geography of Nowhere 6, 2006

Galeria Leme tem o prazer de apresentar a exposição coletiva “Cityscapes”, com trabalhos de Richard Galpin, Kristina Solomoukha, Katrin Siguroardottir e Idetsuki Hideaki

Quatro artistas, de diferentes nacionalidades, exploram a arquitetura e a cultura das grandes metrópóles através de diferentes mídias

Richard Galpin, inglês – apresenta dois novos trabalhos de sua série de fotografias recortadas (peeled photographs), tendo como base as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Galpin cria suas obras a partir de uma fotografia e sobre ela “desenha” com um estilete, retirando a emulsão do filme fotográfico e recriando o trabalho. “Imagens de prédios do centro destas cidades resultam em formas orgânicas, numa  atmosfera caótica, qualidades similares a da favela Paraisópolis, que da nome a um desses trabalhos”, diz o artista.

Kristina Solomoukha, ucrâniana – integra “Cityscapes” com uma pintura em lona. Este foi o primeiro trabalho executado no estúdio da galeria Leme, durante sua residência no Brasil nos meses de agosto, setembro e outubro. Kristina esta presente na 27a Bienal Internacional de São Paulo e na Bienal de Seoul 2006.

Katrin Siguroardottir, islandesa – tida como uma das mais conceituadas artistas da Islândia, Katrin mostra três desenhos na galeria Leme; seu trabalho ainda não havia sido exposto no Brasil. Estes mostram a desconstrução de ambientes arquitetônicos, fazendo uso de linhas sobrepostas sobre diversos tons acizentados. Atualmente vivendo em Nova Iorque, ela apresenta mostra solo também no mês de outubro no PS1 MoMa. A essência de seu trabalho encontra-se na relação entre espectador e obra.

Idetsuki Hideaki, japonês – promissor artista conceitual, mostra o vídeo “Last Land”, rodado na peninsula de Shimokita, no norte do Japão. Com 88 minutos de duração, o trabalho mostra um pescador em alto mar atrás de atum, tido pelos japoneses como um dos peixes mais preciosos. “Neste trabalho, procuro evidenciar a distância entre a imagem e o real e capturar os sentimentos de uma vida ordinária”, explica o artista.